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Guil
No jornal i de hoje:


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Hoje, a partir das 17:00, estarei no Alt Fabrik para a inauguração da Ão. Espero-vos por lá! :)

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O ALT Fabrik, espaço em Lisboa da ALT - Associação de Criadores de Fotografia, inaugura no dia 26 de Junho a exposição "Ão", de Bruno Espadana.

Foi um acaso que deu início a tudo. Numa tarde em Vila Franca de Xira, num pátio ao lado de uma fábrica abandonada, um pequeno cão levantou-se nas patas traseiras para investigar melhor a objectiva da máquina, precisamente no instante em que esta disparava.

Rapidamente essa imagem ganhou vida própria e marcou o início de uma série de fotografias que ainda hoje continua a crescer. De Vila Franca à Alemanha, dos cães vadios dos cacilheiros ao canil da União Zoófila, já perdi a conta ao número de focinhos que fotografei. Desses, escolhi uns quantos que compõem esta exposição.

A minha preocupação com esta série é só uma - tentar olhar para os cães de forma diferente e mostrá-los como eu os vejo: como animais que nas atitudes e comportamentos (seja a profundidade de um olhar ou um simples abanar de cauda) estão mais próximos de nós do que muitas vezes notamos.

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Bruno Espadana nasceu na Nazaré a 11 de Maio de 1976. Vive e trabalha em Lisboa.

Em 2000 preferiu ter uma máquina fotográfica a um leitor de CDs para o carro e começou a fotografar, quase exclusivamente a preto & branco (com alguns desvios ocasionais pela cor). Desde então já participou em diversas exposições colectivas e individuais, tendo fotos publicadas em diversas revistas e jornais.

É membro fundador da ALT - Associação de Criadores de Fotografia.

Nunca teve um cão.



Agenda da Exposição

Exposição: "Ão"
Local: ALT Fabrik – LX Factory, Rua Rodrigues de Faria, 103 – Edifício I – piso 3 – sala 3.4 – 1300 Lisboa. Telefone: 965786793
Horários: 26 de Junho a 31 de Julho – de Terça a Sábado das 15:00 às 19:00
Inauguração: 26 de Junho às 17:00

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ALT Fabrik
http://www.fotoalternativa.net/
http://blog.fotoalternativa.net/
http://www.twitter.com/altfabrik

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acabei neste preciso instante de ler 'A Estrada', de Cormac McCarthy, e tenho um nó na garganta do tamanho do mundo.
não sei que dizer mais.
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Depois de ter acabado há pouco o genial "Os Detectives Selvagens", acabei ontem "O Terceiro Reich", o livro de Roberto Bolaño editado este ano postumamente.

O livro foi escrito em 1989 (anterior portanto aos '...Detectives...' e ao monumental '2666', a sua última obra), mas nele já se consegue ler as características da escrita de Bolaño - as referências literárias, as personagens inesquecíveis, o domínio total da escrita e da narrativa. O livro começa lento, numa intencional transposição para a história do aborrecimento da praia da Costa Brava na qual a acção tem lugar. No entanto, rapidamente o ambiente se torna tenso, sufocante mesmo, e a história torna-se uma surreal vertigem de política, guerra, amor, literatura e tudo o mais que faz a marca de Bolaño.

E agora venha o 2666, que tenho ali à espera e que estou ansioso por começar...

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mood: okay okay

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«This story is told by the Cambridge analyst John Edensor Littlewood in his lovely little book A Mathematician's Miscellany:

Schoolmaster: 'Suppose
x is the number of sheep in the problem.'
Schoolboy: 'But, Sir, suppose
x is not the number of sheep.'

Littlewood says that he asked the Cambridge philosopher Ludwig Wittgenstein whether this was a profound philosophical joke, and he said it was.»

(contado por Ian Stewart, no seu Professor Stewart's Hoard of Mathematical Treasures)
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O jornal i publicou hoje no seu site esta fantástica notícia. A fonte? Um site satírico brasileiro. Se isto passa por fonte credível para o i,eu diria que o jornalismo de referência está de facto a mudar cada vez mais...
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Se o meu Livejournal fosse uma página do Geocities, seria assim.

(graças ao absurdamente parvo Geocities-izer :)  )

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Chegou ontem uma encomenda que esperava há uns dias - este impressionante livro de transcrições para guitarra de todas as músicas gravadas pelo grande Robert Johnson. Não estou à espera de aprender todas as músicas (a lenda de que Johnson terá vendido a alma ao diabo para aprender a tocar daquela maneira não nasceu por acaso...), mas aprende-se bastante só a tentar. De qualquer forma, já me senti orgulhoso ontem ao aprender uma música inteira. Bom, é a mais fácil de todas, e são meia dúzia de acordes que se vão repetindo praticamente sempre da mesma forma (é o They're Red Hot)... Mas ainda assim: é Robert Johnson. Se me dá sempre gozo aprender uma música nova, ainda mais me dá quando é de um músico como este. :)

(depois disto fiz algo que se calhar não devia, porque é uma grande heresia aos deuses do blues, e ou muito me engano ou ainda irei arder no inferno por isto, obrigado a ouvir pan pipes por toda a eternidade: peguei na gravação original de Johnson, retirei-lhe o som da sua guitarra e gravei-me a mim a acompanhá-lo, numa espécie de dueto cósmico com 74 anos de intervalo. O resultado está
aqui.)

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Estou a ouvir 'A Aprendizagem de Margarida Pinto', o EP da Margarida Pinto (a vocalista dos Coldfinger), que saiu gratuitamente no Optimus Discos.
 
Tem uma música muito bonita chamada 'Mariazinha Luz', com uma bela letra. Mas ouvir a Margarida Pinto dizer, assim mesmo, com as letras todas, as palavras 'probabelidade' e 'sensibelidade' (esta repetida várias vezes...) tira-me toda a vontade de ouvir isto. E é pena.

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