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Guil
 The Black Keys - Tighten Up
"It's times like these/ I need relief/ Please show me how"

Outra das descobertas que vieram no final do ano. A quantidade de boas referências que fui vendo ao álbum Brothers chamou-me a atenção e lá acabei por descobrir (bastante atrasado, eu sei, que eles já andam por aí desde 2001...) o blues-rock dos Black Keys. Brothers é um álbum muito forte e cheio de canções das quais é difícil não gostar. Tighten Up é das que mais repito no iPod.

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 Lightspeed Champion - Madame Van Damme
"Hopefully if I keep singing/ Maybe this will all just go away"

Life Is Sweet! Nice To Meet You, o álbum de 2010 que Dev Hynes assinou como Lightspeed Champion (o nome de um herói de uma banda desenhada criada por Dev na sua adolescência) é uma amálgama de estilos, entre pop épica, som Motown, influências clássicas, baladas de ukulele... Felizmente, em vez de uma misturada sem graça, acaba por ser um conjunto muito interessante de canções, coeso na sua diversidade.

Madame Van Damme foi o segundo single, com Dev a repetir num pouco sério tom auto-depreciativo "kill me baby, wont you kill me" e conseguindo a que é provavelmente a mais 'orelhuda' das canções do disco.

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 Blur - Fool's Day
"So meditate/ On what we've all become/ On a cold day in springtime"

2010 marcou o regresso dos Blur aos singles, editando o primeiro desde 2003: "Fool's Day". A música foi lançada fisicamente em edição limitada durante o Record Store Day, em Abril, mas acabou por ser disponibilizada gratuitamente no site da banda. É uma grande canção dos Blur, abrindo o apetite para um eventual regresso da banda aos discos (em 2011?)

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Vampire Weekend - Holiday
"If I wait for a holiday/ Could it stop my fear?"

Confesso que demorei a 'entrar' em Contra, o novo dos Vampire Weekend saído logo no início do ano. Mas com o tempo houve um punhado de canções que foram crescendo e sendo ouvidas cada vez mais. Holiday é um bom exemplo - frenética e encalorada, ainda que lançada em pleno frio de Janeiro.

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Linda Martini - Juventude Sónica
"Parecemos putos/ Não temos aulas amanhã"

Uma belíssima descoberta para o final do ano. Conhecia os Linda Martini de nome, mas o álbum Casa Ocupada fez-me finalmente ouvi-los - e valeu bem a pena, é um grande conjunto de canções. Porquê escolher Juventude Sónica? Porque sim. É irresistível, e adoro o grito de "parecemos putos, não temos aulas amanhã!".

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The National - Bloodbuzz Ohio
"I was carried/ to Ohio in a swarm of bees"

Tal como com os livros, por vezes precisamos de ouvir as músicas na altura certa para nos deixarmos prender por elas. Já conhecia o álbum anterior dos The National (o Boxer), mas foi só com High Violet, deste ano, que eles finalmente me chamaram a atenção e me fizeram ir ouvir tudo o que estava para trás. Não só descobri que afinal gosto bastante do Boxer, como ainda encontrei o belíssimo Alligator, já de 2005.
Bloodbuzz Ohio foi um dos singles de High Violet e provavelmente a que mais ouvi deste álbum. Parece-me boa escolha para abrir esta lista.


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Coloquei no Rádio de Pilhas uma emissão com as minhas 15 canções de 2010 . Tal como escrevi por lá, estas não são necessariamente as "melhores", mas sim as que mais me marcaram e aquelas que por vários motivos mais me vêm à lembrança por entre tudo o que ouvi durante o ano.

Conto apresentá-las, uma por uma, nos próximos posts. :)

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Neste fim-de-semana acabei o 2666, do Roberto Bolaño. Ainda tenho inúmeras imagens do texto a dançar-me na cabeça - os lugares, as histórias, as magníficas personagens.

2666 é o mais extraordinário, imenso, impressionante, marcante, e muitos-mais-adjectivos-do-género livro que li desde há muito tempo. A escrita de Bolaño (que eu já conhecia de Os Detectives Selvagens e de O Terceiro Reich) consegue ser simples e elaborada, clássica e radical, corrosiva e bela - acima de tudo, terrivelmente viciante. Foi um prazer enorme ler as mil e poucas páginas do livro. E no final, apesar da sensação temporária que não haverá nada mais para ler depois disto, a vontade que fica é de começar do início, para apanhar todos os múltiplos pormenores e diversas leituras que se conseguem retirar de uma obra destas.

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Ao deixar um comentário agora mesmo num blog, fui insultado pelo sistema de verificação de comentários do Blogger. :-|

 

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Depois de no álbum anterior (The Historical Conquests of Josh Ritter) ter escrito uma dolorosamente bonita canção sobre o amor entre dois responsáveis por um silo nuclear, 'The Last Temptation of Adam' (aqui em versão acústica a solo), Josh Ritter volta a emocionar-me (sim, sou um lamechas de primeira), desta vez com 'The Curse', do novo álbum So Runs The World Away. Nunca ninguém escreveu nem cantou assim sobre o amor entre uma múmia e a paleontóloga que a descobre.
O vídeo, lindíssimo:

mood: happy happy

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