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Guil
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Neste fim-de-semana acabei o 2666, do Roberto Bolaño. Ainda tenho inúmeras imagens do texto a dançar-me na cabeça - os lugares, as histórias, as magníficas personagens.

2666 é o mais extraordinário, imenso, impressionante, marcante, e muitos-mais-adjectivos-do-género livro que li desde há muito tempo. A escrita de Bolaño (que eu já conhecia de Os Detectives Selvagens e de O Terceiro Reich) consegue ser simples e elaborada, clássica e radical, corrosiva e bela - acima de tudo, terrivelmente viciante. Foi um prazer enorme ler as mil e poucas páginas do livro. E no final, apesar da sensação temporária que não haverá nada mais para ler depois disto, a vontade que fica é de começar do início, para apanhar todos os múltiplos pormenores e diversas leituras que se conseguem retirar de uma obra destas.

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Comments
liliimar From: liliimar Date: October 25th, 2010 03:51 pm (UTC) (link)

ainda vou a meio, igualmente satisfeita!
silencefreak From: silencefreak Date: October 28th, 2010 10:56 pm (UTC) (link)
ante ontem estava na bulhosa e peguei nele. gostei da imensidão de páginas e achei que devia ser interessante (sim, é um critério parvo, mas pronto).
acho que o vou comprar. :)
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