Guil (guil) wrote,
Guil
guil

Neste fim-de-semana acabei o 2666, do Roberto Bolaño. Ainda tenho inúmeras imagens do texto a dançar-me na cabeça - os lugares, as histórias, as magníficas personagens.

2666 é o mais extraordinário, imenso, impressionante, marcante, e muitos-mais-adjectivos-do-género livro que li desde há muito tempo. A escrita de Bolaño (que eu já conhecia de Os Detectives Selvagens e de O Terceiro Reich) consegue ser simples e elaborada, clássica e radical, corrosiva e bela - acima de tudo, terrivelmente viciante. Foi um prazer enorme ler as mil e poucas páginas do livro. E no final, apesar da sensação temporária que não haverá nada mais para ler depois disto, a vontade que fica é de começar do início, para apanhar todos os múltiplos pormenores e diversas leituras que se conseguem retirar de uma obra destas.
Tags: literatura
Subscribe
  • Post a new comment

    Error

    default userpic

    Your IP address will be recorded 

    When you submit the form an invisible reCAPTCHA check will be performed.
    You must follow the Privacy Policy and Google Terms of use.
  • 2 comments